A Páscoa judaica

Com uma duração de 8 dias a páscoa judaica (Pessach) é uma das é uma das festividades mais relevantes do judaísmo. A páscoa é celebrada pelos judeus do mundo inteiro durante o mês de abril.

A Páscoa judaica comemora a passagem do povo de Israel da condição da escravos para a liberdade. Por 430 anos Israel gemeu sob o rigor da escravidão Egípcia. Naquela época o Egito era a maior potência econômica e militar do mundo.

A liberdade do jugo egípcio só veio quando Deus se manifestou a Moisés no meio de uma sarça ardente, no deserto de Midiã. A partir daí Moisés juntamente com seu irmão Arão se tornaram porta-vozes de Deus para comunicar os propósitos divinos na terra.

Toda a história da páscoa judaica se encontra, na Bíblia Sagrada, principalmente no Livro de Êxodo, cujo significado é “saída”, referindo-se à saída do povo de Israel do Egito. Moisés é a personagem mais lembrada na celebração da páscoa judaica, pois ele foi o homem escolhido por Deus para libertar Israel da escravidão egípcia.

A história da páscoa tem uma forte conexão com o propósito de Deus em libertar Israel e conduzi-lo de volta à terra prometida – Canaã, dessa forma os israelitas podiam adorá-lo em liberdade. A possessão da terra de Canaã havia sido prometida por Deus a Abraão, Isac e Jacó. No capítulo 3, versículo 8 do Livro de Êxodo Deus se expressa assim: “Portanto desci para livrá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra, a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel; ao lugar do cananeu, e do heteu, e do amorreu, e do perizeu, e do heveu, e do jebuseu.” Por essa razão que a celebração da páscoa judaica é também um marco do nascimento do povo de Israel como nação.

A história da páscoa judaica também lembra a dura resistência de faraó à ordem divina para libertar Israel, o que ocasionou o envio de 10 terríveis pragas sobre o Egito. Essas pragas arrasaram o Egito, mesmo assim Faraó se manteve completamente em estado de rebeldia. Em Êxodo 9.13-17 temos um incrível relato dessa obstinação:

“Então disse o Senhor a Moisés: Levanta-te pela manhã cedo, e põe-te diante de Faraó, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus dos hebreus: Deixa ir o meu povo, para que me sirva; Porque esta vez enviarei todas as minhas pragas sobre o teu coração, e sobre os teus servos, e sobre o teu povo, para que saibas que não há outro como eu em toda a terra. Porque agora tenho estendido minha mão, para te ferir a ti e ao teu povo com pestilência, e para que sejas destruído da terra; Mas, deveras, para isto te mantive, para mostrar meu poder em ti, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra. Tu ainda te exaltas contra o meu povo, para não o deixar ir?”

 imagem da páscoa judaicaNa noite da saída Deus do Egito Israel participou da primeira páscoa. O povo de Israel obedeceu todas as instruções divinas em relação ao sacrifício do cordeiro, cujo sangue foi posto nos umbrais das portas para livramento da morte de seus primogênitos. No relato bíblico lemos assim: “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.” (Êxodo 12.13) Mediante a obediência os primogênitos dentre os filhos de Israel foram poupados( salvos). Por essa razão a páscoa judaica também comemora a vitória sobre a morte.

Pela continuação do relato bíblico sabemos que faraó sempre endureceu seu coração à vontade divina e, mesmo depois da última praga, (a morte dos primogênitos), faraó mudou de ideia e passou a perseguir Israel até no curso do Mar Vermelho onde finalmente ele e seu exercito afogaram-se.

Devido a muitos milagres que Deus operou no Egito para livrar Israel, a páscoa judaica também é um momento de gratidão a Deus por um livramento sobrenatural. Na noite da travessia no Mar Vermelho Moisés falou ao povo: “Lembrai-vos deste mesmo dia, em que saístes do Egito, da casa da servidão; pois com mão forte o Senhor vos tirou daqui; portanto não comereis pão levedado.” (Êxodo 13.3)

A Páscoa Judaica expressa o valor da liberdade

A comemoração da páscoa judaica é feita em família. É uma alusão ao texto de Êxodo 12.24-28: “Portanto guardai isto por estatuto para vós, e para vossos filhos para sempre. E acontecerá que, quando entrardes na terra que o Senhor vos dará, como tem dito, guardareis este culto. E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este? Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou. E foram os filhos de Israel, e fizeram isso como o Senhor ordenara a Moisés e a Arão, assim fizeram.

Como a páscoa judaica enfatiza o valor da liberdade, a experiência no Egito jamais deveria ser esquecida pelo povo de Israel. Em Deuteronômio 24,17,18 Deus deixou este mandamento: “Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva. Mas lembrar-te-ás de que foste servo no Egito, e de que o Senhor teu Deus te livrou dali; pelo que te ordeno que faças isso.”

A Páscoa Judaica e a páscoa cristã

Para o povo judeu o Messias ainda não veio ao mundo, por essa razão a páscoa judaica contempla mais o seu significado na liberdade física que ela representa. Na páscoa Cristã todos os elementos da páscoa judaica tem um significado espiritual, sendo que o o principal deles é a figura do cordeiro imolado, o qual simboliza Jesus Cristo o Cordeiro de Deus o qual foi sacrificado por nossos pecados e nos libertar do pecado e da morte. Para saber mais sobre este assunto leia também O Significado da Páscoa Cristã.

Reforma Protestante

A Reforma ProtestanteOutubro – O mês da Reforma Protestante

31 de outubro se comemora o dia Reforma Protestante. Um momento especial na história da humanidade, um momento de avivamento na história da igreja. Não há dúvidas de Martinho Lutero foi um homem enviado por Deus.

Marinho Lutero

Martinho Lutero nasceu em Eisleben, Alemanha, no dia 10 de novembro de 1483. Desde a infância ouvia falar sobre Jesus onde aprendeu a amar e a temer a Deus. Aos 18 anos entrou na Universidade de Erfurt para se formar em Direito, mas terminou optando por Teologia e aos 25 anos foi convidado para ser professor na Universidade de Wittenberg onde ministrou Filosofia e Bíblia. Lutero recebeu o título de Doutor em Teologia. Como um monge católico Lutero nunca pensou fazer uma revolução. O seu maior desejo era ver a igreja católica seguido corretamente os ensinos estabelecidos por Cristo.

As 95 Teses de Martinho Lutero

O papa Leão X querendo concluir a Basílica de São Pedro em Roma, contraiu um empréstimo. Para pagá-lo autorizou os monges a venderem indulgências ─ papéis que, segundo o papa, garantiriam o perdão de Deus. Apesar do erro doutrinário os monges da Igreja Católica saíram por toda a Europa vendendo as indulgências. Lutero pensava diferente. Após conversar com muitos monges e professores sobre esta questão, resolveu expor a perspectiva bíblica do perdão divino ao povo. Lutero adquiriu uma nova visão teológica lendo Romanos 1.17 e Efésios 2.8,9, onde se lê claramente que somos salvos pela fé em Jesus Cristo e não mediante a prática de boas obras.

Lutero passou a argumentar publicamente contra a venda das indulgências. Finalmente no dia 31 de outubro de 1517 fixou na porta da igreja de Wittenberg, uma lista a qual ficou conhecida como “as 95 Teses de Martinho Lutero.” Rapidamente a notícia se espalhou pela Alemanha e em pouco tempo já eram conhecidas em quase toda a Europa. Também foram traduzidas para outras línguas, e pessoas de vários lugares do mundo começaram a discutir as questões levantadas por Lutero. O papa enviou o cardeal Caetano para conversar com Lutero. Este exigiu que Lutero pedisse perdão em público pela sua ofensa à igreja. Lutero replicou dizendo que defendia apenas o que estava escrito na Bíblia. Então foi excomungado pelo papa. Em junho de 1525 casou-se com Catarina de Bora, uma ex-freira. Tiveram seis filhos e abrigaram onze órfãos. Lutero publicou cerca de 400 obras durante a sua vida, entre comentários bíblicos, catecismos, sermões e tratados e composição de hinos. Lutero ensinou aos crentes sobre o sacerdócio universal baseado em 1 Timóteo 2.5, onde Cristo é apresentado como único Mediador entre Deus e os homens e a autoridade exclusiva das Escrituras, em oposição à autoridade de papas e concílios. Uma das principais preocupações de Lutero era que todos pudessem ler a Bíblia tirassem suas próprias conclusões acerca do verdadeiro ensino Cristo, por isso traduziu a Bíblia para o alemão para que todos pudessem lê-la em sua própria língua. Várias de suas obras estão publicadas em diversas línguas modernas. Lutero faleceu em 1546, aos 63 anos em Eisleben.

[Faríamos] “Bem em ouvir novamente a mensagem desses cristãos corajosos que desafiaram imperadores e papas, reis e câmaras municipais, porque suas consciências estavam cativas à Palavra de Deus. seu evangelho da graça livre do Deus todo-poderoso, o Senhor dos Exércitos, conforme o grande hino de Lutero o expressa, o seu destaque à centralidade e ao caráter infalível de Jesus Cristo permanecem em acentuado contraste com as teologias enfraquecidas e demasiado transcendentais que dominam o cenário atual.” (Timothy George)

Veja algumas frases de Lutero:

“Castelo forte é o nosso Deus. Espada e bom escudo.”
“A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço.”
“A guerra é a maior praga que assola a humanidade; destrói a religião, destrói as nações, destrói famílias. É o pior dos males.”
“Fé é uma firme confiança nas promessas de Deus que por elas eu morreria mil vezes.”
“Não podemos impedir que um pássaro pouse em nossas cabeças, mas podemos impedi-lo de fazer um ninho.”
“Mente vazia é oficina do diabo.”
“No casamento, cada pessoa deve realizar a função que lhe compete. O homem deve ganhar dinheiro, a mulher deve economizar.”
“Nada se esquece mais lentamente que uma ofensa e nada mais rápido que um favor.”
“Uma mentira é como uma bola de neve; quanto mais gira, maior se torna.”
“Os que se amam profundamente, jamais envelhecem; podem morrer de velhice, mas morrem jovens.”

A Mensagem da Páscoa

Fazendo uma rápida pesquisa na internet sobre “frases de páscoa” perceberemos que a maioria das frases que aparecem no resultado da pesquisa relacionam-se com fraternidade, luta por um mundo melhor, aprender a viver em solidariedade, a união, a celebração da vida, a importância de viver e estar em paz, etc. Vai encontrar também muitas mensagens relacionadas à renovação da vida, da esperança e do amor. Não há nada errado absolutamente nestas mensagens, até porque o objetivo de todas elas é edificar vidas e todos nós gostamos de agradar a alguém com uma mensagem que edifica, e isso é muito importante principalmente porque vivemos em uma época muito conturbada e cheia de problemas. Sem falar também naquelas pessoas que vem à internet ansiosas, e em busca de uma mensagem que as impulsionem a viver melhor. Mas em fim, que frases realmente expressam o verdadeiro sentido da páscoa? Seguramente se estivermos apenas em busca de uma mensagem motivacional para o nosso viver, ou para agradarmos alguém podemos estar perdendo a melhor e mais importante oportunidade de compreendermos o verdadeiro significado da páscoa.

Não há dúvidas que nesta época do ano é quando mais ouvimos falar da morte e ressurreição de Jesus. Então nada melhor que buscar nas Escrituras frases simples e profundas que expressam o verdadeiro significado da páscoa. A título de exemplo, no Novo Testamento há um texto que resume todo o sentido da páscoa. O apóstolo Paulo escreveu assim aos coríntios:

Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras.” (1 Coríntios 15.3)

As Escrituras nos faz entender que o sacrifício de Cristo foi acima de tudo um ato de amor. Um amor sacrificial, incondicional e exclusivamente divino. Há muitos textos na Bíblia que falam sobre o amor de Deus pela humanidade, mas vamos destacar o texto de João 3.16 que é um dos mais citados de toda a Bíblia. Nele podemos encontrar de forma bem simples a razão da morte de Cristo:

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Jesus a nossa páscoa.

Somente Ele tira o pecado do mundo.

Você percebe que a mensagem da páscoa envolve uma mensagem de livramento? No antigo Testamento há diversos ensinos sobre a necessidade da morte de Cristo. Um dos mais conhecidos é a história do cordeiro pascal. Aquele cordeirinho que foi imolado na noite da libertação dos hebreus do jugo de Faraó. Aquele cordeiro já prefigurava Cristo muito antes de seu nascimento! Cremos que era isto que o apóstolo Paulo queria que todos os coríntios compreendessem quando ele disse “que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras”.

Caro leitor, se você deseja saber mais sobre a verdadeira origem e sentido completo da páscoa, não deixe de ler o texto “O verdadeiro significado da Páscoa” Um breve estudo bíblico que esclarecerá melhor como a morte de Cristo nos trouxe enormes privilégios e também nos agrega uma grande responsabilidade! Afinal não podemos passar pela vida sem compreendermos a verdadeira mensagem da páscoa.

Coelho ou cordeiro? A verdadeira Páscoa

Que tipo de páscoa estamos celebrando?

No mundo percebemos que há dois modos de celebrar a páscoa: uma com elementos pagãos (coelho e ovos de chocolate) e outra baseada no ensino das Escrituras. (cordeiro, ervas amargosas e pão sem fermento) Evidentemente a simbologia das comemorações pagãs em nada se identificam com a páscoa judaica instituída por Deus no capítulo 12 de Êxodo: são apenas tradições humanas adaptadas ao cristianismo ao longo dos séculos.

Páscoa verdadeira ou adoração a Ishtar?

Em alguns idiomas a palavra páscoa aparece com dois significados. A língua inglesa, por exemplo, para expressar a páscoa judaica usa o vocábulo “passover” (passar sobre, por cima). Este termo equivale à verdadeira páscoa instituída por Deus. Entretanto para expressar um festival onde os antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera, a língua inglesa utiliza a palavra Easter, que por sua vez equivale à deusa Ishtar ou Semíramis, de Babilônia, de onde se originou toda a idolatria difundida no mundo.

Easter nega o verdadeiro significado da páscoa

O nome de Ishtar (também conhecida como Ostara) deu origem à palavra easter (páscoa em inglês). Segundo a mitologia, Ishtar era a deusa da fertilidade humana, animal e também da colheita. Ela aparece segurando um ovo na mão o qual simboliza a chegada de uma nova vida.

Na Bíblia, Isthar é traduzida por diversos nomes: Astarote, Aserá, Diana, etc. Em 2 Reis 23.13, por exemplo lemos que: “o rei profanou também os altos que estavam defronte de Jerusalém, à mão direita do monte de Masite, os quais edificara Salomão, rei de Israel, a Astarote, a abominação dos sidônios, e a Quemós, a abominação dos moabitas, e a Milcom, a abominação dos filhos de Amom.”

PáscoaDependendo do idioma, há bastante nomes equivalentes a Isthar: Afrodite; Ártemis; Ashera Astoreth; Arthena; Attoret; Ceres; Cibele; Estátua da Liberdade; Grande Mãe Terra; Inanna; Isis; Juno; Lua; Luna; Mari; Maria; Madonna; Minha Senhora; Minerva; Mulher Escarlate; Nossa Senhora da Luz; Rainha do Céu; Rainha do Mar (Iemanjá); Rhea; Semi-Rama-Isis; Semíramis a viúva (os maçons se identificam como filhos da viúva); Sophia; Stella Maris; Vênus; Virgem Celestial; Virgem que Chora; etc.

A imitação da ressurreição de Jesus

As celebrações da chegada da primavera são antiqüíssimas, remotam à época de Semíramis, esposa de Ninrode, fundador do antigo reino da Babilônia, o qual foi morto estando ela grávida. Ao nascer o seu filho, ela pôs-lhe o nome de Tamuz. Semíramis tomou conhecimento sobre a promessa de Deus em enviar o Messias ao mundo e logo criou a mentira dizendo que Tamuz era o cumprimento dessa promessa

. Segundo ela Tamuz um ser divino gerado quando ela era ainda virgem. E em homenagem a seu marido morto, ela afirmou que Tamuz era a reencarnação de Ninrode. Aqui se encontra a imitação do nascimento virginal de Jesus bem como as raízes do espiritismo (encarnação) e de muitas religiões espalhadas pelo mundo.

Diz ainda a lenda que Tamuz aos quarenta anos, morreu ferido por um porco selvagem por ocasião de uma caçada. Então Semíramis reuniu as sacerdotisas que a serviam e choraram e jejuaram por 40 dias e Tamuz “ressuscitou.”

A partir dai ela passou a ser adorada como deusa. Semíramis ficou conhecida mundialmente como a “rainha dos céus” e deusa-mãe. Seu símbolo é a imagem de uma mãe segurando uma criança nos braços. Na mitologia de Babilônia também se passou a acreditar que Tamuz morria anualmente no outono (quando as plantações murchavam) e ressurgia na primavera quando ocorriam as primeiras colheitas. Uma imitação distorcida da morte e ressurreição de Jesus.

O que a Bíblia diz sobre Tamuz?

Em Ezequiel 8.14 temos uma referência direta a ele: “E levou-me à entrada da porta da casa do Senhor, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando a Tamuz. E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver abominações maiores do que estas.”

O origem do coelho e dos ovos – a chegada da primavera

Como as festividades da chegada da primavera eram uma alusão à suposta ressurreição de Tamuz, esta estação do ano era vista como uma mudança de tempo, uma época de fartura, o renascimento da terra iluminado pelo deus-sol (Ninrode ou Tamuz supostamente ressuscitado). Os povos antigos comemoravam esse festival decorando ovos, os quais eram depois enterrados ou lançados ao fogo como oferta aos deuses. Ambos, o coelho e o ovo de simbolizam o ato sexual e o início da vida. O ovo sendo chocado pelo calor do sol dava (segundo a lenda) vida a tudo o que existe. O coelho por ser extremamente fértil simbolizava a procriação.

Os rituais da chegada da primavera envolviam muita orgia entre os sacerdotes e sacerdotisas (prostitutas sagradas). Esse era o principal atrativo das festividades. Por estas e outras razões em todo o Antigo Testamento Deus expressou sua indignação quando Israel se dedicava a cultuar estes falsos deuses. Em Juízes 2.11-14 lemos assim: “Então fizeram os filhos de Israel o que era mau aos olhos do Senhor e serviram aos baalins.

E deixaram ao Senhor Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros deuses, dentre os deuses dos povos, que havia ao redor deles, e adoraram a eles; e provocaram o Senhor à ira. Porquanto deixaram ao Senhor, e serviram a Baal e a Astarote. Por isso a ira do Senhor se acendeu contra Israel, e os entregou na mão dos espoliadores que os despojaram; e os entregou na mão dos seus inimigos ao redor; e não puderam mais resistir diante dos seus inimigos.“

As adaptações das celebrações da chegada da primavera com o cristianismo

Acreditando que as pessoas são livres para estabelecer seus próprios costumes regionais, aos poucos os símbolos das celebrações da chegada da primavera foram sendo incorporados às tradições da igreja católica.  A aprovação definitiva da Páscoa foi fixada no primeiro Concílio de Nicéia, no ano de 325. Por ser um feriado móvel, a páscoa serve de referência para outras datas. É calculada como sendo o primeiro domingo após a lua cheia seguinte à entrada do equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.

A Verdadeira Páscoa

A Páscoa Judaica e a Páscoa Cristã 

Conforme êxodo 12 a páscoa bíblica era exclusivamente judaica. Cristo celebrou a última páscoa e pela sua morte sacrificial, Ele ele cumpriu tudo o que ela representava. A Páscoa judaica era apenas uma “sombra” da realidade. Em Colossenses 2.16,17 lemos assim: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.” Entretanto como cristãos comprometidos em semear a Palavra podemos usar esta oportunidade para explicar o verdadeiro sentido da páscoa falando do sacrifício de Cristo realizado em nosso favor. Vale lembrar que, para os judeus, os quais não reconhecem a Jesus como Messias, a páscoa continua sendo celebrada normalmente nos moldes do Antigo Testamento.

Como percebemos,  a explicação dos elementos da “páscoa pagã” é complexa e repleta de mistérios, inclusive um adulto pode ter dificuldade de compreender sua simbologia. E o que dizer de uma criança? Que explicação se poderia dar a ela de maneira que não a confundisse? É claro, se tudo não fosse mito!

A Mensagem da Páscoa

A fim de ajudar os filhos a compreender sobre a necessidade de salvação, em Êxodo 12. 26,27 Deus instruiu Moisés a falar assim aos filhos de Israel: “E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este? Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou.”

Bom embora a celebração da páscoa bíblica tenha sido substituída pela ceia, as crianças continuarão a perguntar: o que significa comer o pão e beber o vinho na ceia do Senhor? Essa é mais uma oportunidade que Deus nos concede de anunciar morte do Senhor até que ele venha. Maranata! Cristo é a nossa páscoa.

Páscoa e tipos de páscoa

Que tipo de páscoa estamos celebrando?

No mundo percebemos que há dois modos de celebrar a páscoa: uma com elementos pagãos (coelho e ovos de chocolate) e outra baseada no ensino das Escrituras. (cordeiro, ervas amargosas e pão sem fermento) Evidentemente a simbologia das comemorações pagãs em nada se identificam com a páscoa judaica instituída por Deus no capítulo 12 de Êxodo: são apenas tradições humanas as quais foram adaptadas ao cristianismo ao longo dos séculos.

easter

imagem da páscoa pagã

Páscoa verdadeira ou adoração a Ishtar?

Em alguns idiomas a palavra páscoa aparece com dois significados. A língua inglesa, por exemplo, para expressar a páscoa judaica usa o vocábulo “passover” (passar sobre, por cima). Este termo equivale à verdadeira páscoa instituída por Deus. Entretanto para expressar um festival onde os antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera, a língua inglesa utiliza a palavra Easter, que por sua vez equivale à deusa Ishtar ou Semíramis, de Babilônia, de onde se originou toda a idolatria difundida no mundo.

Easter nega o verdadeiro significado da páscoa

O nome de Ishtar (também conhecida como Ostara) deu origem à palavra easter (páscoa em inglês). Segundo a mitologia, Ishtar era a deusa da fertilidade humana, animal e também da colheita. Ela aparece segurando um ovo na mão o qual simboliza a chegada de uma nova vida. Na Bíblia, Isthar é traduzida por diversos nomes: Astarote, Aserá, Diana, etc. Em 2 Reis 23.13, por exemplo lemos que: “o rei profanou também os altos que estavam defronte de Jerusalém, à mão direita do monte de Masite, os quais edificara Salomão, rei de Israel, a Astarote, a abominação dos sidônios, e a Quemós, a abominação dos moabitas, e a Milcom, a abominação dos filhos de Amom.” Dependendo do idioma, há bastante nomes equivalentes a Isthar: Afrodite; Ártemis; Ashera Astoreth; Arthena; Attoret; Ceres; Cibele; Estátua da Liberdade; Grande Mãe Terra; Inanna; Isis; Juno; Lua; Luna; Mari; Maria; Madonna; Minha Senhora; Minerva; Mulher Escarlate; Nossa Senhora da Luz; Rainha do Céu; Rainha do Mar (Iemanjá); Rhea; Semi-Rama-Isis; Semíramis a viúva (os maçons se identificam como filhos da viúva); Sophia; Stella Maris; Vênus; Virgem Celestial; Virgem que Chora; etc.

A imitação da ressurreição de Jesus

As celebrações da chegada da primavera são antiqüíssimas, remotam à época de Semíramis, esposa de Ninrode, fundador do antigo reino da Babilônia, o qual foi morto estando ela grávida. Ao nascer o seu filho, ela pôs-lhe o nome de Tamuz. Semíramis tomou conhecimento sobre a promessa de Deus em enviar o Messias ao mundo e logo criou a mentira dizendo que Tamuz era o cumprimento dessa promessa. Segundo ela Tamuz um ser divino gerado quando ela era ainda virgem. E em homenagem a seu marido morto, ela afirmou que Tamuz era a reencarnação de Ninrode. Aqui se encontra a imitação do nascimento virginal de Jesus bem como as raízes do espiritismo (encarnação) e de muitas religiões espalhadas pelo mundo.

Diz ainda a lenda que Tamuz aos quarenta anos, morreu ferido por um porco selvagem por ocasião de uma caçada. Então Semíramis reuniu as sacerdotisas que a serviam e choraram e jejuaram por 40 dias e Tamuz “ressuscitou.” A partir dai ela passou a ser adorada como deusa. Semíramis ficou conhecida mundialmente como a “rainha dos céus” e deusa-mãe. Seu símbolo é a imagem de uma mãe segurando uma criança nos braços. Na mitologia de Babilônia também se passou a acreditar que Tamuz morria anualmente no outono (quando as plantações murchavam) e ressurgia na primavera quando ocorriam as primeiras colheitas. Uma imitação distorcida da morte e ressurreição de Jesus.

O que a Bíblia diz sobre Tamuz?

Em Ezequiel 8.14 temos uma referência direta a ele: “E levou-me à entrada da porta da casa do Senhor, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando a Tamuz. E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver abominações maiores do que estas.”

O origem do coelho e dos ovos – a chegada da primavera

Como as festividades da chegada da primavera eram uma alusão à suposta ressurreição de Tamuz, esta estação do ano era vista como uma mudança de tempo, uma época de fartura, o renascimento da terra iluminado pelo deus-sol (Ninrode ou Tamuz supostamente ressuscitado). Os povos antigos comemoravam esse festival decorando ovos, os quais eram depois enterrados ou lançados ao fogo como oferta aos deuses. Ambos, o coelho e o ovo de simbolizam o ato sexual e o início da vida. O ovo sendo chocado pelo calor do sol dava (segundo a lenda) vida a tudo o que existe. O coelho por ser extremamente fértil simbolizava a procriação.

Os rituais da chegada da primavera envolviam muita orgia entre os sacerdotes e sacerdotisas (prostitutas sagradas). Esse era o principal atrativo das festividades. Por estas e outras razões em todo o Antigo Testamento Deus expressou sua indignação quando Israel se dedicava a cultuar estes falsos deuses. Em Juízes 2.11-14 lemos assim: “Então fizeram os filhos de Israel o que era mau aos olhos do Senhor e serviram aos baalins. E deixaram ao Senhor Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros deuses, dentre os deuses dos povos, que havia ao redor deles, e adoraram a eles; e provocaram o Senhor à ira. Porquanto deixaram ao Senhor, e serviram a Baal e a Astarote. Por isso a ira do Senhor se acendeu contra Israel, e os entregou na mão dos espoliadores que os despojaram; e os entregou na mão dos seus inimigos ao redor; e não puderam mais resistir diante dos seus inimigos.“

As adaptações das celebrações da chegada da primavera com o cristianismo

Acreditando que as pessoas são livres para estabelecer seus próprios costumes regionais, aos poucos os símbolos das celebrações da chegada da primavera foram sendo incorporados às tradições da igreja católica.  A aprovação definitiva da Páscoa foi fixada no primeiro Concílio de Nicéia, no ano de 325. Por ser um feriado móvel, a páscoa serve de referência para outras datas. É calculada como sendo o primeiro domingo após a lua cheia seguinte à entrada do equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.

A Verdadeira Páscoa

A Páscoa Judaica e a Páscoa Cristã 

Conforme êxodo 12 a páscoa bíblica era exclusivamente judaica. Cristo celebrou a última páscoa e pela sua morte sacrificial, Ele ele cumpriu tudo o que ela representava. A Páscoa judaica era apenas uma “sombra” da realidade. Em Colossenses 2.16,17 lemos assim: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.” Entretanto como cristãos comprometidos em semear a Palavra podemos usar esta oportunidade para explicar o verdadeiro sentido da páscoa falando do sacrifício de Cristo realizado em nosso favor. Vale lembrar que, para os judeus, os quais não reconhecem a Jesus como Messias, a páscoa continua sendo celebrada normalmente nos moldes do Antigo Testamento.

Como percebemos,  a explicação dos elementos da “páscoa pagã” é complexa e repleta de mistérios, inclusive um adulto pode ter dificuldade de compreender sua simbologia. E o que dizer de uma criança? Que explicação se poderia dar a ela de maneira que não a confundisse? É claro, se tudo não fosse mito!

A Mensagem da Páscoa

A fim de ajudar os filhos a compreender sobre a necessidade de salvação, em Êxodo 12. 26,27 Deus instruiu Moisés a falar assim aos filhos de Israel: “E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este? Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou.”

Bom embora a celebração da páscoa bíblica tenha sido substituída pela ceia, as crianças continuarão a perguntar: o que significa comer o pão e beber o vinho na ceia do Senhor? Essa é mais uma oportunidade que Deus nos concede de anunciar morte do Senhor até que ele venha. Maranata! Cristo é a nossa páscoa.

Saiba mais sobre O Verdadeiro significado da Páscoa.

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Natal – Seu verdadeiro significado

Cristo nasceu…

Sabemos que a verdadeira data o nascimentode Cristo não ocorreu em 25 de dezembro. Entretanto não nos concentraremos neste detalhe, mas somente na razão exata pela qual Ele veio ao mundo.

Por ocasião do nascimento de Jesus um anjo deixou uma mensagem especial aos pastores de Belém. Uma mensagem de interesse universal: Em Lucas 2.10 lemos assim:

Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor”

O que aconteceu foi que Deus se tornou homem e habitou entre nós! Mas porque isso tinha que acontecer? As Escrituras enfatizam a necessidade de um Salvador para o mundo. Deus nos fez uma promessa em Adão e Eva por ocasião da queda. Uma promessa de redenção cujo cumprimento anularia todos os efeitos negativos do pecado sobre a humanidade. O cumprimento dessa promessa é importante para mim e para você. Pela queda passamos a andar no caminho da ilusão, do engano e do erro. Em Jesus Cristo somos trazidos de volta ao caminho da verdade que conduz à vida.

No Natal se fala muito no nascimento físico de Jesus, mas ele veio mesmo foi para habitar espiritualmente em cada um de nós. Ele mesmo declarou: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.” (João 14.23)

Cristo nascendo em nós
Quem nunca se perguntou por que nascemos ou, porque viemos ao mundo? Se Deus assim permitiu é porque Ele tem um propósito especial para nossas vidas. Por isso a nossa existência só terá um sentido real e completo quando conhecemos a Cristo, quando temos um relacionamento com Ele, isto é, quando permitimos que Ele seja o Senhor de nossa vida. Essa é a única forma de termos a luz de Cristo para iluminar o nosso caminho. Em João 1.9 lemos assim: “Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.” (João 1.9)

A vinda de Cristo ao mundo é a melhor de todas as notícias, é a expressão máxima do amor de Deus por este mundo perdido. Em 1 João 4.9 lemos: “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” Embora a morte espiritual tenha entrado no mundo através de Adão e Eva, a fonte da vida eterna já estava a caminho. Deus jamais esqueceria de cumprir sua promessa porque Ele é fiel.

Sobre a fidelidade da promessa de sua vinda
Em Números 23.19 lemos assim: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?” Cristo foi enviado ao mundo como a nossa única esperança de salvação. Em Tito 1.2 lemos assim: “Esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos.”

Isaias 9.6Ele veio ao mundo no tempo exato
Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei.” (Gálatas 4.4)

Onde ele nasceu
Sabemos que foi em Belém da antiga Judéia. Em Mateus 2.6 está escrito: “E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as capitais de Judá; porque de ti sairá o guia que há de apascentar o meu povo de Israel.”

A natureza de seu nascimento
O profeta Isaias recebeu esta revelação de Deus: “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.” (Isaías 7.14); Um anjo disse a Maria: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.” (Lucas 1.35)

Sua humildade incomparável
“Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.” (Marcos 10.45); “E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” (Filipenses 2. 8)

Seu ministério (em resumo)
“Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele.” (Atos 10.38); “E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, E dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. (Lucas 4.17-19)

Natal é, portanto, reconhecer o que Deus fez por nós, como Ele providenciou em Cristo o resgate de nossas almas do poder do pecado e da morte espiritual. Sua presença é a nossa maior necessidade. Ele disse: “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.” (João 6.35); “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3.20 )

A vontade de Deus é a nossa salvação. Mas será que compreendemos o verdadeiro sentido da vinda de Cristo ao mundo? Será que o mundo entende assim? Como Deus vê a maneira que muitos celebram o nascimento do Salvador do mundo? Paulo escreveu assim aos efésios: “Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor. E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração.” (Efésios 5.17-19)

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Lutero – Um homem enviado por Deus

Martinho Lutero nasceu em Eisleben, Alemanha, no dia 10 de novembro de 1483. Desde a infância ouvia falar sobre Jesus onde aprendeu a amar e a temer a Deus. Aos 18 anos entrou na Universidade de Erfurt para se formar em Direito, mas terminou optando por Teologia e aos 25 anos foi convidado para ser professor na Universidade de Wittenberg onde ministrou Filosofia e Bíblia. Lutero recebeu o título de Doutor em Teologia. Como um monge católico Lutero nunca pensou fazer uma revolução. O seu maior desejo era ver a igreja católica seguido corretamente os ensinos estabelecidos por Cristo.

As 95 Teses de Martinho Lutero
O papa Leão X querendo concluir a Basílica de São Pedro em Roma, contraiu um empréstimo. Para pagá-lo autorizou os monges a venderem indulgências ─ papéis que, segundo o papa, garantiriam o perdão de Deus. Apesar do erro doutrinário os monges da Igreja Católica saíram por toda a Europa vendendo as indulgências. Lutero pensava diferente. Após conversar com muitos monges e professores sobre esta questão, resolveu expor a perspectiva bíblica do perdão divino ao povo. Lutero adquiriu uma nova visão teológica lendo Romanos 1.17 e Efésios 2.8,9, onde se lê claramente que somos salvos pela fé em Jesus Cristo e não mediante a prática de boas obras.

A Reforma Protestante

Lutero passou a argumentar publicamente contra a venda das indulgências. Finalmente no dia 31 de outubro de 1517 fixou na porta da igreja de Wittenberg, uma lista a qual ficou conhecida como “as 95 Teses de Martinho Lutero.” Rapidamente a notícia se espalhou pela Alemanha e em pouco tempo já eram conhecidas em quase toda a Europa. Também foram traduzidas para outras línguas, e pessoas de vários lugares do mundo começaram a discutir as questões levantadas por Lutero. O papa enviou o cardeal Caetano para conversar com Lutero. Este exigiu que Lutero pedisse perdão em público pela sua ofensa à igreja. Lutero replicou dizendo que defendia apenas o que estava escrito na Bíblia. Então foi excomungado pelo papa. Em junho de 1525 casou-se com Catarina de Bora, uma ex-freira. Tiveram seis filhos e abrigaram onze órfãos. Lutero publicou cerca de 400 obras durante a sua vida, entre comentários bíblicos, catecismos, sermões e tratados e composição de hinos. Lutero ensinou aos crentes sobre o sacerdócio universal baseado em 1 Timóteo 2.5, onde Cristo é apresentado como único Mediador entre Deus e os homens e a autoridade exclusiva das Escrituras, em oposição à autoridade de papas e concílios. Uma das principais preocupações de Lutero era que todos pudessem ler a Bíblia tirassem suas próprias conclusões acerca do verdadeiro ensino Cristo, por isso traduziu a Bíblia para o alemão para que todos pudessem lê-la em sua própria língua. Várias de suas obras estão publicadas em diversas línguas modernas. Lutero faleceu em 1546, aos 63 anos em Eisleben.

[Faríamos] “Bem em ouvir novamente a mensagem desses cristãos corajosos que desafiaram imperadores e papas, reis e câmaras municipais, porque suas consciências estavam cativas à Palavra de Deus. seu evangelho da graça livre do Deus todo-poderoso, o Senhor dos Exércitos, conforme o grande hino de Lutero o expressa, o seu destaque à centralidade e ao caráter infalível de Jesus Cristo permanecem em acentuado contraste com as teologias enfraquecidas e demasiado transcendentais que dominam o cenário atual.” (Timothy George)
Veja algumas frases de Lutero:

“Castelo forte é o nosso Deus. Espada e bom escudo.”
“A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço.”
“A guerra é a maior praga que assola a humanidade; destrói a religião, destrói as nações, destrói famílias. É o pior dos males.”
“Fé é uma firme confiança nas promessas de Deus que por elas eu morreria mil vezes.”
“Não podemos impedir que um pássaro pouse em nossas cabeças, mas podemos impedi-lo de fazer um ninho.”
“Mente vazia é oficina do diabo.”
“No casamento, cada pessoa deve realizar a função que lhe compete. O homem deve ganhar dinheiro, a mulher deve economizar.”
“Nada se esquece mais lentamente que uma ofensa e nada mais rápido que um favor.”
“Uma mentira é como uma bola de neve; quanto mais gira, maior se torna.”
“Os que se amam profundamente, jamais envelhecem; podem morrer de velhice, mas morrem jovens.”

O verdadeiro significado da Páscoa

significado-da-pascoaQual o verdadeiro sentido da Páscoa?

A Escritura Sagrada, a Bíblia é a única fonte segura sobre este assunto. A verdadeira Páscoa foi instituída muito antes de Jesus vir ao mundo e foi comemorada para celebrar a libertação dos israelitas da escravidão de Faraó na terra do Egito, mas não somente isto. A Páscoa prefigurava o sacrifício de Cristo em nosso favor.

O essencial é compreendermos a relação da primeira pascoa com a instituição da Ceia por Cristo, quando Ele mesmo celebrou-a antes de ir à cruz como o sacrifício perfeito por nossos pecados. 

A Páscoa do Senhor

A celebração da Páscoa foi instituída pelo Senhor ao anunciar a décima e última praga sobre o Egito: a morte dos primogênitos. Moisés fora instruído por Deus sobre como realizar a Páscoa: cada família israelita teria que sacrificar um cordeiro e o sangue deste seria usado para molhar os umbrais das portas, pois à meia noite o anjo destruidor passaria ali.

Imagens da pascoa

A páscoa judaica: cada casa deveria ser marcada com sangue: a segurança

Páscoa, o que quer quer dizer? O relato bíblico nos ensina que a casa onde não houvesse a marca do sangue o primogênito morreria. Assim está escrito: “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.” (Êxodo 12.13) Daí o nome em hebraico “Pessach”, que significa “passagem” ou “passar por cima”. O significado da pascoa é, portanto, livramento da morte, salvação.

Imagens da pascoa

O cordeiro -símbolo de Cristo a morrer por nossos pecados

Naquela noite memorável os hebreus comeram o cordeiro acompanhado de pão ázimo (sem fermento) e ervas amargas.  Estas ervas simbolizavam o sofrimento deles sob a jugo de Faraó. Em Êxodo 12.5 lemos assim: “O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras.” (Êxodo 12.5); Em Êxodo 12.7,8 lemos ainda: “E tomarão do sangue, e porão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão.”

O aspecto mais importante da páscoa

Imagens da pascoa

Um dos momentos mais esperados por Cristo: a ceia, após a última pascoa

Como foi dito. todo o cerimonial da Páscoa israelita apontava para Cristo. Antes de seu sacrifício na cruz ele também celebrou a Páscoa com seus discípulos. Em Lucas 22.15 lemos assim: “E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos. E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça.”  Cristo deixou claro que o cordeiro pascal simbolizava ele mesmo. De fato, João Batista já havia proclamado publicamente sobre Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” (João 1.29)

Imagens da pascoa

“E, tomando o cálice, e dando graças” (Mc 14.23)

Cristo usou pão e vinho para simbolizar seu sacrifício: Em Lucas 22.19,20 lemos: Então ele “tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.”

Imagem da páscoa

No Getsêmani – a maior das provações.

Lucas continua o relato: “E, saindo, foi, como costumava, para o Monte das Oliveiras; e também os seus discípulos o seguiram; E quando chegou àquele lugar,disse-lhes: Orai, para que não entreis em tentação. E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava, Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua. E apareceu-lhe um anjo do céu, que o fortalecia. E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão.” (Lucas 22.39-44)

Imagens da páscoa

“…e como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, Assim não abriu a sua boca.” (Atos 8.32b)

O profeta Isaías falou sobre o sacrifício de Jesus Cristo, como o Cordeiro de Deus: “Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.” (Isaías 53.7); “E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.

Imagens da páscoa

“Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades.” (Is 53.5)

Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado,verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão. Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos;porque as iniqüidades deles levará sobre si.” (Isaias 53.9-11)

O Egito simboliza o mundo

As pragas enviadas por Deus desmoralizaram completamente os ídolos do Egito. A noite da páscoa foi seguida pela saída dos israelitas do Egito o qual simboliza a separação do povo de Deus da corrupção do mundo. No Novo Testamento significa se apartar de um estilo de vida mundano. Cristo orou pelos discípulos: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.” (João 17.15)

Uma páscoa mundana

o significado da pascoa

Uma pascoa destituída da verdade

O mundo por não conhecer o verdadeiro  significado da páscoa  celebra uma páscoa completamente diferente se comparada à verdade da Bíblia, portanto seus elementos pagãos, não possuem relação nenhuma com o verdadeiro ensino das Escrituras. Temos uma advertência na Bíblia isto: “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.” (Colossenses 2.8)

Imagens da páscoa

Israel sob o jugo do Egito.

Faraó representa o diabo

Pode até parecer estranho, mas o príncipe do Egito agia sem compaixão para com os israelitas. Quem agora está em Cristo, e veio de um estilo de vida mundano  lembra muito da época da escravidão no pecado.  Em Efésios 2.2 lemos assim: “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.” Em Colossenses 1.13.14 lemos também: “O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados.”

O fermento – símbolo do pecado

Em 1 Coríntios 5.7,8 lemos: “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.”  A morte dos primogênitos no Egito simboliza  aqueles que ainda não tiveram a purificação de seus pecados no sangue de Cristo e por isso estão debaixo da ira de Deus. Para os justificados a promessa é esta: “Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.” (Romanos 5.9)

Páscoa – a libertação do pecado

Cristo realizou a última pascoa de fato e a substituiu pela Ceia do Senhor. Por este memorial se comemora a libertação do poder do pecado e da morte espiritual. Cristo se expressou assim: “Se o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres.” (João 8.36) Em Hebreus 2.14 lemos: “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte,isto é, o diabo.”  Logo após a primeira páscoa celebrada por Moisés o povo seguiu rumo  a Canaã. Igualmente  a Ceia do Senhor também proclama a volta de Cristo para levar para si os que entraram em aliança com ele através de seu sacrifício. Em 1 Coríntios 11.26 está escrito: “Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.”

Páscoa – prontidão para partir

No Egito o povo sabia que partiriam a qualquer momento. A páscoa foi comida às pressas significando prontidão para partir. Quem está em Cristo também deve estar vigilante e preparado para partir a qualquer momento. Cristo não marcou a hora de sua volta. Assim está escrito: “Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã.” (Marcos 13.35) A volta de Cristo é a maior esperança de quem foi liberto do poder do pecado. Ele voltará e nos condizirá à Canaã celestial. Em Filipenses 3.20 lemos: “Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.” Então o significado da pascoa só tem sentido para quem realmente atenta para o que Deus comunicou-nos através de sua Palavra.  Estamos preparados para a vinda do Senhor a qualquer momento? Já estamos libertos do poder do pecado? Por que esta pergunta? O alto preço pago por Cristo pela nossa salvação não faz diferença nenhuma se continuamos vivendo mortos em pecados.  Vivendo assim não estamos livres da condenação. Em Gálatas 5.1 lemos: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.” Caso ainda não tenha recebido a Cristo como salvador, apresse-se. A Escritura diz “ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação.” “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” (1 João 1.9) Em fim a páscoa só tem um sentido real se compreendermos o que ela significava no passado e como tudo se cumpriu no sacrifício perfeito de Cristo. A Deus seja a glória.

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O Carnaval agrada a Deus?

carnaval-festa-da-carneHoje vamos falar sobre algo que muitos esquecem ou ignoram durante estes longos dias de comemoração do carnaval.

Bom, desde a antiguidade o carnaval é considerado uma das festas mais populares do mundo, com milhões de participantes. É a ocasião onde as pessoas procuram realizar intensamente a satisfação de seus desejos carnais nas mais variados tipos de diversões. Documentos atestam que a celebração do carnaval foi adotada pela igreja Católica em 590 d.C.

Qual é a perspectiva de Deus sobre o carnaval?

Não vamos encontrar o nome carnaval na Bíblia, porém em alguns textos podemos ver nitidamente a sua celebração. Em 1 Coríntios 10.7 lemos: “Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar.” Efésios 4.9 lemos também: “os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez cometerem toda a impureza.”

Sabe-se que a celebração do carnaval sempre foi marcado por muita embriaguez, música imoral, dança sensual, nudez, prostituição, adultério, badernas, brigas, desrespeito às autoridades, assaltos, acidentes, e inclusive a adoração explícita de satanás. Vejamos o texto de Isaías 5.11,12: “Ai dos que se levantam pela manhã, e seguem a bebedice; e continuam até à noite, até que o vinho os esquente! E harpas e alaúdes, tamboris e gaitas, e vinho há nos seus banquetes; e não olham para a obra do Senhor, nem consideram as obras das suas mãos.”

Existe algum perigo nas diversões do carnaval?

carnaval-turismo-sexualTodo mundo sabe que o carnaval é conhecido como a festa da carne, uma referencia direta à exaltação dos desejos da natureza humana corrompida. Em Gálatas 5.19 lemos sobre o principal perigo do carnaval. A Bíblia diz: “As obras da carne são manifestas, as quais são: “adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, brigas, rivalidades, iras, pelejas, desuniões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes. Os que praticam estas coisas não herdarão o reino de Deus.”

Deus enfatiza para a humanidade

Em 1 Coríntios 6:9,10 está escrito: “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem os imorais, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os homossexuais passivos ou ativos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os caluniadores, nem os trapaceiros herdarão o Reino de Deus.” O que mais podemos ver durante o carnaval?

Os hospitais durante o carnaval

Nos hospitais médicos e enfermeiras dedicam boa parte do plantão médico somente para cuidar de pacientes “extras” provenientes do carnaval. A maioria das pessoas socorridas se envolveram direta ou indiretamente em brigas, badernas ou acidentes automobilísticos causados principalmente por embriaguez.

As delegacias durante o carnaval

Nesta época do ano as ocorrências policiais batem recorde e diuturnamente pessoas são presas pelos mais diversos tipos de crimes! Também é neste período que a polícia mais apreende armas de fogo e drogas.

Se na cidade o trabalho é árduo, nas rodovias federais os bafômetros da polícia rodoviária federal também não têm descanso e o resultado dos exames são quase sempre positivos dai a explicação de tantos acidentes automobilísticos muitos dos quais com vítimas fatais! Tristeza para muitas famílias e prejuízo para o estado!

A suposta alegria do carnaval

Em fim, muitos afirmam que o carnaval é uma festa repleta de muita alegria e diversão. Entretanto para aqueles que perdem seus entes queridos esta opinião perde todo o sentido. Graças a Deus muitas pessoas já se despertaram para descobrir que esta alegria é uma grande ilusão e implica também em uma má semeadura para o futuro. A Palavra de Deus nos adverte: “Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.” (Gálatas 6.8)

O Carnaval é uma porta larga para a perdição

A nossa vida é feita de escolhas! Desde quando Adão e Eva resolveram escolher seus próprios caminhos (insinuados por Satanás), a humanidade segue nesta trilha. Se Adão e Eva escolheram o caminho do erro, Cristo veio ao mundo como o único caminho certo. Então temos à nossa frente dois caminhos a escolher: o da obediência ou o da desobediência, o da vida ou da morte, o das trevas ou o da luz, a porta larga ou a estreita.

Jesus falou sobre a porta larga do pecado. Ele aconselhou: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela.” (Mateus 7.13) Em Provérbios 4.19 lemos assim: “O caminho dos ímpios é como a escuridão; nem sabem em que tropeçam.”

Consideremos a compaixão de Deus

Na Bíblia, em Marcos 6.34. lemos que certa vez, “Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas.”

A Palavra de Deus continua conosco para nos ensinar a escolher o caminho certo para nossas vidas. Lamentavelmente muitos ainda não conseguiram captar o sentido das palavras de Cristo, mas ele nunca desistiu do ser humano caído. Ele solenemente nos diz: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3.20)

Em fim, quem realmente comanda o carnaval

diabo-carnavalNa antiga cidade de Éfeso se comemorava o carnaval anualmente com toda a sua pompa. Mas quando a boa notícia de salvação em Cristo chegou lá muitos dos efésios se converteram. Veja como alguns deles viviam antes: “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.” (Efésios 2.2) Por este texto é fácil concluir que satanás é que comanda todas as atividades mundanas que induzem o homem ao pecado. Então os defensores do carnaval embora falem de paz, amor e alegria, esta festa pela sua natureza mundana não tem nada de Deus por isso também não pode produzir a alegria e a paz verdadeira. Tudo é ilusão.

Cristo sim, ele nos prometeu uma alegria real. Ele disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá.” (João 14.27) Receba a Cristo como salvador e seja salvo.