Dizimo e Oferta em 4 atos
São do Senhor, veja como retribuir a Deus com Gratidão, reconhecendo a obra de redenção na sua vida, aprenda a contribuir com Alegria e em Comunhão com Espirito Santo, você verá que semeando no reino de Deus, Ele te retribuirá com a verdadeira prosperidade!
Gratidão
É o fruto do entendimento de redenção, a palavra redenção vem do Grego apolutrosis e significa uma libertação efetuada pelo pagamento de resgate. Por isso é um ato de gratidão em reconhecimento ao alto preço que Jesus pagou em resgate da alma de todo que nele crê, pois era e continua sendo impossível pra o homem pagar tal preço, nem com ouro, nem com prata nem com toda riqueza ou boas obras humanas, Salmo 49:6-8. Mas, Deus no seu infinito amor providenciou um meio de Resgate um meio de remir a alma do homem, no livro do profeta Oseias Deus faz uma promessa de redenção, de resgate, de remissão. Oseias 13:14 “Eu os remirei do poder do Inferno, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó Inferno, a tua destruição”?
A Bíblia diz que todos pecaram e carecem da gloria de Deus e que o salário do pecado é a morte, logo toda a humanidade estava condenada, mas na nova aliança Jesus veio em sacrifício como um cordeiro que tira o pecado do mundo, e com seu sangue selou o novo pacto, e fazendo remissão de pecados a todos os que se chegam a ele, Cl 1:14; e constitui-os reino de sacerdote. Ap 5:9,10: E com a compreensão que Jesus nos comprou com tudo que temos em semelhança da lei judaica ele passou a ser nosso Senhor e dono, dono de tudo que somos e do que possuímos. 1 Co 6:19,20; E é com amor e gratidão que tanto ofertamos o nosso corpo em sacrifício vivo e agradável a Deus que é nosso culto racional, como também dizimamos 10% de tudo que ele tem nos confiado, e ficamos com 90% do que é de Deus e ofertando aquilo que o Espirito colocar no nosso coração.
Comunhão
No livro de Atos dos Apóstolos lemos que da multidão dos que creram era um o coração e a alma, e que ninguém considerava sua coisa alguma, e vendendo tudo que tinham depositavam aos pés dos Apóstolos,(Atos 4:32-35) os capítulos anteriores mostra que a Igreja primitiva nessa ocasião encontra-se sobre forte perseguição romana e dos próprios judeus como vemos na história de Paulo, devido a essa grade perseguição, eles não tinham morada certa, pois sabiam que a qualquer momento poderiam mudar de cidade.
E era em meio a esta realidade, que nossos irmãos cristãos seguindo uma direção do Espirito Santo é que realizavam tal sacrifício, e por amor ao reino de Deus, não hesitavam em ofertar tudo que tinham aos pés dos Apóstolos, para que esses distribuíssem a todos e não houvesse necessitados, note que todos eles faziam a mesma coisa sem pressão ou tristeza mas guiados pela Espirito Santo faziam com singeleza de coração, como foi o caso de José chamado Barnabé (Atos 4:36).
Entretanto hoje, mesmo na era da Graça, que o Espirito Santo nos guia por meio das sagradas escrituras e até pelo testemunho interior a contribuir com 10% e Ofertar o que o Espirito Santo propor no coração, muitos guiados pelo espirito de avareza tornam-se contenciosos e discordam de tudo, acham que os que Dizimam por amor ao Deus são bobos e estão sendo enganados, e eles é que são espertos, mas na verdade estão sendo enganados pelo diabo como Ananias e Safira foram, (Atos 5:1-5). O diabo colocou no coração de Ananias e Safira que não era necessário dar todo o valor da propriedade como os demais fizeram, hoje satanás diz: o Dizimo não é Bíblico, o Dizimo não é do Novo Testamento, não existe mais esse negócio de10% é quanto você quiser, e etc.
Esses com coceira nos ouvidos procuram para si mestres na Internet, nos milhares de canais espalhados pela rede. Até que encontre alguém que fale o que seu coração avarento que ouvir, satisfazendo assim sua própria concupiscência, bem profetizou o Apóstolo Paulo em (2Tm 4:3 Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos), esses diferente dos verdadeiros cristãos, consideram sua todas as coisas que possui.
Alegria
A falta de compreensão traz a dúvida, a dúvida por sua vez traz a tristeza e uma consciência pesada na hora de ofertar e entregar o dízimo, o tempo passa e a pessoa continua ofertando e entregado o dízimo mesmo com tristeza e com dúvida, quanto mais essa pessoa tenta refutar a doutrina do Dizimo que é Bíblica, mais a tortura aumenta, chegando ao ponto de se perguntar: e agora será que saio da igreja? vou para o movimento dos desigreijados? Ou abro minha própria igreja?
Tudo isso por falta de entendimento acerca do plano de redenção ou seja, do plano de salvação, não compreende a importância do dizimo e das ofertas para o avanço do reino de Deus, mas nós que temos essa compreensão, e por isso somos gratos aquele que nos salvou, a Ele, e não aos homens, dizimamos e ofertamos sem tristeza e sem pesar, pois para liberdade foi que Cristo nos libertou, (Gl 5:1); agora entenda porque Deus ama a quem dá com alegria, e não com tristeza, (2 Co 9:7); embora o texto esteja falando de ofertas, o princípio é o mesmo, ou seja poderíamos dizer: Deus ama a quem Dizima com alegria.
A partir de hoje, tire esse fardo de você e não tenha dúvidas o Dizimo é do Senhor, portanto nos próximos cultos levante-se do seu lugar e entre no corredor da liberdade e contribua com muito amor e alegria, repito o trajeto de sua cadeira até o Gazofilácio, é o corredor da liberdade, da benção, dos libertos, dos filhos de Deus!
Semeadura e Ceifa
A cerca de 50 anos, entrou no Brasil uma doutrina chamada teologia da prosperidade, e muitas igrejas e denominações aderiram a esta doutrina que prega que Deus tem a obrigação de enriquecer o crente, e de abrir as janelas dos céus, usam textos que falam de promessas literais feitas por Deus ao povo de Israel, como se essas promessas tivessem sido feitas para a Igreja, essa é a falsa prosperidade.
Pois esquecem que já somos abençoados com toda sorte de bênçãos nas regiões celestes em Cristo Jesus, (Ef 1:3) e não buscam em primeiro lugar o reino de Deus, e sim as coisas deste mundo, movidos pela avareza aprendem e ensinam seus fiéis a acumularem tesouros na terra. Eles Dizimam e ofertam pensando no retorno, como se Deus fosse um investimento próprio como qualquer outro investimento, como se Deus fosse um banco, tentam barganhar com Ele.
Mais por outro lado, existe uma prosperidade que vem naturalmente na vida do crente em consequência de sua boa-fé e generosidade, segundo a Bíblia, nós não devemos contribuir, dar, ou ser generosos, pensando em retorno, (Mt 6:3); pois se fizermos isso podemos até receber nosso galardão aqui na terra, e ao chegar no céu, não teremos nada a receber.
Os que com gratidão e alegria trazem suas ofertas, Dízimos, e sua generosidade, esses estão semeando no reino, e o Rei aumentará o sua sementeira, (2 Co 9:10); também o enriquecera em tudo, note que o texto diz “em tudo” e não em dinheiro ou em bens materiais, e essa é a verdadeira prosperidade; o objetivo dessa retribuição divina, é para que sejamos cada vez mais generosos e semeamos cada vez mais no reino e na vida dos irmãos 2 Co 9:11; e por esse ato será tributado Glórias a Deus. Pois com o serviço dessa assistência suprirá aos santos e redundará em Graças a Deus, pela obediência a esse serviço ensinado pelo Senhor Jesus, para os que contribuem, contribua com liberalidade. (2 Co 9:12,13)
O Dízimo no Antigo Testamento: Muito Antes da Lei
Muitos argumentam que o dízimo era apenas uma lei cerimonial judaica que foi abolida em Cristo, mas a prática de dar o dízimo antecede a Lei de Moisés em centenas de anos. Abraão, o pai da fé, deu o dízimo de todos os seus despojos a Melquisedeque, sacerdote do Deus Altíssimo, muito antes de existir qualquer lei sobre o assunto (Gênesis 14:18-20). O autor de Hebreus destaca que o próprio Levi, que ainda estava “nos lombos de Abraão”, pagou o dízimo através de seu patriarca (Hebreus 7:9-10), estabelecendo assim um princípio que transcende a lei mosaica.
Jacó, neto de Abraão, também fez um voto voluntário de dar o dízimo a Deus: “De tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo” (Gênesis 28:22). Isto demonstra que o dízimo não era uma imposição legalista, mas uma resposta de gratidão e reconhecimento da soberania divina sobre todas as coisas.
Jesus e o Dízimo
Alguns afirmam que Jesus nunca falou sobre o dízimo, mas isto não é verdade. Em Mateus 23:23, Jesus disse aos fariseus: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e desprezais o mais importante da lei: o juízo, a misericórdia e a fé. Deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.” Observe que Jesus não condenou a prática do dízimo; pelo contrário, Ele a afirmou como algo que deveria ser praticado, ainda que destacando que a justiça, a misericórdia e a fé são ainda mais importantes.
O Princípio da Generosidade no Novo Testamento
No Novo Testamento, o dízimo não é explicitamente ordenado como na lei mosaica, mas o princípio da generosidade sacrificial é elevado a um novo patamar. Paulo ensina em 2 Coríntios 9:6-7: “E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia com fartura, com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.” Enquanto no Antigo Testamento o dízimo era o mínimo estabelecido (10%), no Novo Testamento somos convidados a ir além, guiados pelo amor e pela gratidão, e não por obrigação legalista. O dízimo serve como um ponto de partida, um reconhecimento de que tudo pertence a Deus, enquanto as ofertas representam nossa generosidade voluntária.
Dízimo e Mordomia Cristã
A doutrina da mordomia cristã nos ensina que Deus é o proprietário de tudo e nós somos apenas administradores dos recursos que Ele nos confia. O Salmo 24.1 declara: “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam.” Quando entregamos o dízimo, estamos reconhecendo publicamente esta verdade: que Deus é o dono de tudo, e nós somos mordomos fiéis. O dízimo não é uma forma de comprar as bênçãos de Deus, mas uma expressão de confiança na Sua provisão. Malaquias 3:10 nos convida a provar a fidelidade de Deus na área financeira, e inúmeros testemunhos ao longo da história confirmam que aqueles que honram a Deus com suas finanças experimentam uma provisão sobrenatural.
CONCLUSÃO
Cada vez que você oferta, dizima ou contribuí com os santos, você está semeando no reino de Deus, e Ele que é justo, vai lhe retribuir ao seu tempo, estão não há necessidade de nos preocuparmos com retornos, pois se você plantou, você vai colher, não tenha dúvidas e faça isso sem pesar, sem qualquer preocupação (Gálatas 6:7-9).
Deus abençoe a todos!




Realmente os que semeiam com lagrimas segaram com Algeria Sl 126:5
E tambem os que lançam o seu pão sobre as águas depois de muintos dias o acharas e repaste com 7 e ate com 8 porque sabe que mal a de vir Ec 11:1;2